“Mas nem essa solidão acompanhada que se tem quando viajamos é ruim. Porque é iluminadora, Chico. Só entendemos melhor quem somos quando viajamos. E não apenas nós, mas as cidades e os países de onde viemos.
É no contraste que se existe, como se o contato com o outro – e com a indiferença do outro – nos ajudasse a desenhar nossas próprias fronteiras. Onde acabamos, onde começamos. Quem não tem essa vivência corre o risco de se confundir com o lugar que nasceu, a bandeira, o time de futebol, a família. O que é mais um jeito de ser invisível”. http://blogdoims.uol.com.br/ims/a-primeira-noite-em-paris-joao-paulo-cuenca/